sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Poder da Invisibilidade, Cidade Criativa, 09/10/2010.

Tornar o invisível, visível. Porque "a arte é um captador de forças invisíveis" (Deleuze).






terça-feira, 26 de outubro de 2010

Performance "(des)Necessitados" - PUC, Rio, 26/11/2010

PERFORMANCES
Parceria CAU PUC-Rio e Escola de Teatro Uni-Rio

Com interesse nas práticas de intervenções urbanas, esse módulo surgiu a partir de uma parceria entre CAU PUC-Rio e Escola de Teatro da UniRio, dando espaço à intervenções de coletivos sediados na UniRio que realizam performances no espaço urbano.
Após as performances, o trabalho dos coletivos (Heróis do Cotidiano e Líquida Ação) será exposto e debatido em uma mesa redonda.


Performance (Des)necessitados – Coletivo Heróis do Cotidiano
26 TERÇA
10h às 12h – Pilotis Kennedy

Feira da troca. A performance consiste em coletar, reunir e doar objetos sem uso há mais de 3 meses. Os objetos estarão disponíveis a quem se interessar com a condição de prestar um depoimento diante da câmera, respondendo à pergunta: "Porquê você precisa realmente deste objeto?". Os depoimentos são, em seguida, editados, gerando um vídeo que aborda a questão do consumismo e de nossas necessidades reais e inventadas.



MESA PERFORMANCE
29 SEXTA
IMA3 15h às 17h

CENA-RIO
Espaço urbano e artes cênicas. Tempo-performance, Tempo-cidade. Indivíduo e coletivo; ação, situação, participação.

Lidia Kosovski – mediação
Eloisa Brantes
Tânia Alice

Performance "Salvar os Ricos"


Treinamento para o Performer: Ativismo Poético é o nome do curso que o Coletivo de Performance HERÓIS DO COTIDIANO está ministrando na UNIRIO, às segundas-feiras. Sob coordenação da profª Drª Tania Alice, professora do Departamento de Teoria do Teatro, o curso é voltado para os alunos da Escola de Teatro da UNIRIO e tem como objetivo inserir o aluno numa prática artística realizada em espaços urbanos públicos, com um enfoque na questão do ativismo poético. Dialogando com as teorias da “estética relacional” elaboradas pelo crítico de arte francês Nicolas Bourriaud, o curso se desenvolve pela criação coletiva de situações de convivência extra-cotidianas. Os 30 alunos matriculados no Curso irão realizar 4 ações performáticas nas ruas da cidade do Rio de Janeiro, ações estas que se articulam em torno de quatro eixos temáticos: ecologia, consumo, economia solidária, relações interpessoais.





SALVAR OS RICOS é o nome da segunda intervenção urbana a ser realizada no dia 25 de outubro, nas ruas do Leblon, partindo do Restaurante Garcia & Rodrigues as 9:00 em pequenos grupos, com um encontro marcado na Praça Antero de Quental as 10:00 para a Manifestação dos Ricos, que irá até o shopping Leblon. Nesta intervenção, que acontece 5 dias antes do segunda turno das eleições para Presidente, os performers, vestidos com roupas que transmitem uma idéia de riqueza, irão desfilar reivindicando questões tradicionalmente associadas as preocupações de ricos, como segurança e preservação do patrimônio (entre outros), lançando assim um olhar irônico sobre a falta de preocupação de determinados grupos a lutar contra a questão da desigualdade social. Munidos de cartazes e faixas como "Praias da Zona Sul, só para moradores e turistas" ou "Fome é coisa de pobre, diga sim à degustação", ou ainda "Sonegar não é crime: não usamos serviços públicos", os performers irão estabelecer um diálogo com os moradores e chamá-los para participar da manifestação. No final da ação, os cartazes irão permanecer em alguns pontos estratégicos do Leblon. Partindo de um conceito de "Manifestações de direita", desenvolvido pelos franceses Fred Tousch et Philippe Nicolle e do qual muitos coletivos e artistas de rua se apropriaram, a performance "Salvar os Ricos" busca provocar uma reflexão sobre o egoísmo social de certas reivindicações antes do dia crucial das eleições, mantendo uma ambigüidade constante sobre a veracidade de tais reivindicações.

Contatos:
Coletivo Heróis do Cotidiano:
Gilson Motta 8290-3802 e 3798-5406. Mail: mottagilson@oi.com.br
Tania Alice - 8748-1475 e 3798-5406 . Mail: taniaalice@hotmail.com.
Membros do coletivo Heróis do Cotidiano: Gilson Motta, Jarbas Albuquerque, Larissa Siqueira, Marcio Vito, Tania Alice.
O Coletivo é parte integrante de um projeto de pesquisa teórico-prático desenvolvido na UNIRIO pela Profa. Dra. Tania Alice.

Performance "Rio Branco"


Treinamento para o Performer: Ativismo Poético é o nome do curso que o Coletivo de Performance HERÓIS DO COTIDIANO está ministrando na UNIRIO, às segundas-feiras. Sob coordenação da profª Drª Tania Alice, professora do Departamento de Teoria do Teatro, o curso é voltado para os alunos da Escola de Teatro da UNIRIO e tem como objetivo inserir o aluno numa prática artística realizada em espaços urbanos públicos, com um enfoque na questão do ativismo poético. Dialogando com as teorias da “estética relacional” elaboradas pelo crítico de arte francês Nicolas Bourriaud, o curso se desenvolve pela criação coletiva de situações de convivência extra-cotidianas. Os 35 alunos matriculados no Curso irão realizar 4 ações performáticas nas ruas da cidade do Rio de Janeiro, ações estas que se articulam em torno de quatro eixos temáticos: ecologia, consumo, economia solidária, relações interpessoais.

RIO BRANCO é o nome da primeira intervenção urbana a ser realizada no dia 20 de setembro às 8:30 hs da manhã, nas ruas do centro da cidade (partindo do MAM e atravessando a cidade até a Rio Branco e a Cinelândia, passando pela Praça XV). Nesta intervenção,  que acontece durante a Semana Nacional sem carro, cerca de 30 performers  estarão vestidos de branco e caracterizados como seres extra-ordinários concebidos e realizados por cada um dos performers.  O desfile tem por meta de tornar o ciclista visível num transito que muitas vezes se organiza de forma a ignorá-lo. O branco, por si, visa a criar um fluxo branco dentro da avenida Rio Branco, transmitindo ao mesmo tempo paz, serenidade e poesia dentro do caos ambiente. Inserindo o elemento imaginário e poético no cotidiano, os seres extra-ordinários farão ações sobre bicicletas em alguns dos principais cruzamentos da Av. Rio Branco, alertando para a necessidade de uma maior utilização de bicicletas como forma de transporte alternativo, não poluente, saudável e que contribui para resolver os problemas do trânsito nas grandes cidades, além de propor uma temporalidade diferente para as relações humanas que, no trânsito, são tantas vezes marcadas pelo desrespeito e violência.  RIO BRANCO é uma ação que busca evidenciar o ciclista em um espaço que não é próprio para ele, criando linhas de fuga para além do espaço urbano funcionalizado, condensado e voltado para os automobilistas.

domingo, 27 de junho de 2010

Banquete de Platao na Praia de Copacabana

No domingo, dia 27 de junho, o Coletivo Heróis do Cotidiano, com ajuda dos alunos do treinamento "treinamento para o performer" ministrado na UNIRIO, organizaram o Banquete de Platao na Praia de Copacabana. Durante duas horas e meia, quem quisesse tomar café da manha com o Coletivo ao som de música tocada e cantada por Rodrigo  Reinoso, Maria Clara e vários outros membros do treinamento, podia pedir frutas, sanduiches, café com e sem leite, sucos, biscoitos, bolos e "outras coisas que derretem", gratuitamente. Um espaço de convivência instalado para conversar sobre o Amor. O que é o amor? Que diferentes tipos de amor conhecemos? O que vale a pena na vida? Partindo de frases de Platao, como "Só pelo amor o homem se realiza plenamente" ou "Nao há ninguém, mesmo sem cultura, que nao se torne poeta quando o Amor toma conta dele", vivenciamos uma troca de idéias e experiências riquissimas.
Obrigado à cada um dos alunos da Oficina que participaram do treinamento.
Obrigado à todos os transeúntes que pararam para compartilhar com a gente tempo, experiências de vida, esperanças e.... amor.


terça-feira, 1 de junho de 2010

artigo sobre os Heróis do Cotidiano no Canadá

Communiqué – Pour diffusion immédiate

JEU 135 – Subversion
Sous la direction de Catherine Cyr


31 mai 2010 – L’équipe de JEU a le plaisir de vous inviter au lancement de son tout dernier numéro le mercredi 9 juin à 17h à la Maison Théâtre, 245, rue Ontario E., Montréal. Le lancement précédera la représentation de la pièce Sonia, du Nouveau Théâtre de Riga, présentée à l’occasion du FTA.

À l’heure où toutes les révolutions scéniques semblent avoir déjà eu lieu, la subversion est-elle encore pensable ? Possible ? Dans ce dossier, théoriciens et praticiens du théâtre, de la danse et de la performance se penchent sur cette épineuse question.

En guise de prélude, une Carte blanche a été accordée aux auteurs Olivier Choinière et Olivier Kemeid, lesquels signent le dialogue dramatique « Faites-vous un théâtre subversif ? ». Barbara Métais-Chastanier ouvre ensuite le dossier en se penchant sur les « subversions silencieuses » chez Rachid Ouramdane, Claude Schmitz et Michel Vinaver. « Dans les mots, la subversion », par Raymond Bertin, nous entraîne du côté des univers dramatiques d’Evelyne de la Chenelière, de Jovette Marchessault et de Suzanne Lebeau. Pour sa part, Gilbert Turp s’intéresse à la provocation. Suivent deux comptes rendus critiques : Hélène Jacques analyse l’enrobage médiatique de la pièce Rouge gueule alors que Catherine Cyr rend compte de la « beauté subversive » qui émane de la pièce l’Amour incurable. Avec « Oser la pensée », Alexandre Cadieux propose une synthèse de l’événement Humeurs et réflexions, décoiffante soirée de lectures organisée par Brigitte Haentjens et Christian Lapointe. Incisif, le texte livré par Guy Beausoleil s’interroge sur diverses dérives de la subversion. Suivent deux textes sur la danse : Dave St-Pierre réfléchit sur son désir de « désarmer le spectateur », tandis que Katya Montaignac explore la sensorialité du spectateur. Pour sa part, Sylvie Roque aborde les oeuvres de Rodrigo García et de Yann Marussich. Enfin, Tania Alice réfléchit sur les renversantes « actions urbaines » posées par le collectif brésilien Héros du Quotidien.

Aussi dans ce numéro
En plus des habituelles critiques de spectacles, on trouve dans ce numéro un hommage à la créatrice de marionnettes Micheline Legendre signé par André Laliberté. On peut également lire une chronique d’Étienne Bourdages sur la saison toute québécoise de la Compagnie Jean-Duceppe. Gilles Marsolais livre un élogieux compte rendu de l’ouvrage la Culture en soi de Gilbert Turp, alors que Tamar Tembeck se penche sur le corps souffrant chez Bob Flanagan et Dave St-Pierre. Enfin, les profils de Fabien Cloutier, Simon Boulerice et Marius von Mayenburg complètent ce numéro.
 


Jeu 135, en vente dans les Maisons de la presse, en librairie et à nos bureaux à compter du 11 juin 2010
184 pages, 100 photos, 16 $
Pour renseignements : 514-875-2549

Jeu remercie le Conseil des arts et des lettres du Québec, le Conseil des arts du Canada,
le Conseil des arts de Montréal et Patrimoine canadien, Fonds du Canada pour les magazines

quinta-feira, 27 de maio de 2010

O CCBB RJ apresenta de 21 de maio a 18 de julho, a exposição Rebecca Horn – Rebelião em Silêncio, com obras que mostram toda a poética multidisciplinar da artista, que congrega arte cinética, lirismo e performance de um modo único.  

Dialogando com esta temática,  dia 29 de maio, sábado, às 10h, o CCBB Educativo realiza o Arte-Papo, mesa redonda com o tema Performance – um entrelugar para as Artes Cênicas e Artes Visuais, em que as pesquisadoras e artistas convidadas, Daniella Mattos e Tania Alice, discutem como as semelhanças e diferenças da linguagem da performance nas Artes Visuais e nas Artes Cênicas.

O encontro é voltado para educadores, artistas e demais públicos afins. As inscrições feitas por telefone ou pessoalmente:

CCBB Educativo
Rua Primeiro de Março, 66, Centro – Primeiro Andar – Rio de Janeiro
Tel.: (21) 38082070 – 38082254

Até lá,

Equipe CCBB Educativo RJ